Perdas do esporte que foram inesquecíveis
Perdas do esporte que foram inesquecíveis, 2022 não foi um ano agradável para os amantes dos gramados, já que tivemos uma das maiores perdas do esporte brasileiro. A morte de Pelé, ainda que prevista devido a debilidade da saúde, foi um choque e trouxe outros nomes à tona.
Então, separamos aqui algumas das que valem a pena serem lembradas. Não apenas pela morte, mas por tudo o que fizeram em vida. Confira!

Pelé foi uma das maiores perdas do esporte
Pelé foi uma das maiores perdas do esporte, Primeiramente, sem sombra de dúvidas, a morte de Pelé foi devastadora para milhões de pessoas. Sejam aqueles fãs do homem no gramado ou mesmo por toda a imagem fora dele.
Edson Arantes já estava internado em São Paulo e sua saúde estava se deteriorando a algum tempo devido a um câncer no cólon. O jogador morreu aos 82 anos com causa oficial de falência múltipla de órgãos.

Andy Irons
Andy era um surfista havaiano e tricampeão mundial. Vale dizer que suas conquistas começaram cedo, em sua primeira competição aos 18 anos.
Sua morte prematura, aos 32 anos, primeiro foi tida como uma dengue hemorrágica. Entretanto, tudo ocorreu no quarto de hotel, após uma parada cardíaca resultado de uma ingestão aguda de drogas.
Alguns profissionais divergem sobre a morte do surfista, já que o histórico familiar apontava diversas perdas por problemas cardíacos hereditários. Oficialmente, Irons morreu de uma parada causada por um bloqueio na artéria.

Hélio Pires
Hélio Pires, Dessa forma, também em 2022, tivemos a perda de Hélio, que jogou no Santos, Grêmio, Coxa, Portuguesa, Maringá e Figueirense.
O atacante teve um papel fundamental no Torneio do Povo em 73. Hélio morreu aos 74 anos, por conta de problemas cardíacos.

Perdas do esporte inesquecíveis: Ayrton Senna
Ayrton Senna, Sempre que pensamos nas maiores perdas do esporte, Ayrton é um nome que ainda embarga a voz de muitos fãs.
Portanto, a morte veio após o piloto perder o controle da Willian, chocando-se no muro no Circuito de San Marino. Considerado como um dos maiores do ramo e uma referência como ser humano, seu instituto voltado para educação perdura até hoje.
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Dener
Dener, Considerado uma revelação bem-vinda, Dener encantava os torcedores com dribles que desconcertavam os demais jogadores e uma habilidade rara e pouco vista com a bola.
Enfim, e infelizmente, o brilho do garoto de 23 anos foi interrompido cedo demais após um acidente de carro no Rio de Janeiro em 94.

Zambiasi
Zambiasi , O ex-zagueiro do Coritiba morreu aos 54 anos. Infelizmente, a perda foi ocasionada por um acidente enquanto o processo de extração de madeira era realizado em Carazinho.
Zambiasi foi uma referência importantes no time, se tornou um dos principais ídolos da torcida e um exemplo de liderança fora e dentro dos gramados.

Serginho foi uma das grandes perdas do esporte
Serginho estava no auge da sua carreira nos anos 2000, com a quase conquista da Libertadores, bem como com uma sequência de bons momentos que prometiam um futuro consolidado nos gramados.
Infelizmente, durante uma partida no Morumbi, o jogador teve um ataque cardíaco. Mesmo sendo socorrido e encaminhado ao hospital, não resistiu e faleceu em 2004.

Samuel Wanjiru
Samuel Wanjiru, O atleta queniano estava na melhor da fase de sua carreira, após ser campeão olímpico em 2008. Já em 2010, correu, bem como venceu a Maratona de Chicago.
Porém, a estrela em ascensão acabou caindo do terraço de sua casa em 2011 e não resistiu aos ferimentos. A morte prematura, aos 24 anos, chocou milhares de fãs.
As maiores perdas do esporte em estádios
Diversas tragédias aconteceram nos estádios envolvendo torcedores, não apenas atletas. Seja por questões de baixa segurança ou ações violentas.
Uma delas aconteceu em 64 no Peru, quando um tumulto nas arquibancadas somado as portas de saídas trancadas resultaram em 320 mortes e mais de 1000 feridos.
Então, em 71, na Escócia, também um tumulto causou a morte de 66 torcedores. O mesmo estádio já tinha outra tragédia em sua história, em 1902 com o desabamento de uma arquibancada.
Já na Inglaterra, em 89, um tumulto na área dos torcedores do Liverpool causou a morte de 96 indivíduos. E 4 anos antes, ocorreu um incêndio a arquibancada, causando 56 mortes.
Mas um dos piores nos últimos 40 anos foi registrado em 2022 na Indonésia, com 125 mortes e 320 feridos. Na partida de futebol, aconteceu uma invasão ao campo após a derrota. A polícia, usou gás lacrimogênio e as mortes por asfixia deram início. Situações semelhantes aconteceu em 2001 no Gana, com 126 mortes.
A queda do avião Chapecoense
Por fim, uma das maiores perdas do esporte foi a queda do avião da Chapecoense, que resultou na morte de 71 pessoas. Dentre elas, alguns jogadores que estavam apenas no início de suas carreiras e em seu melhor point profissional.
Entre os mortos estava o atacante Bruno Rangel e o goleiro Danilo. Apenas 6 pessoas sobreviveram.
Assim, a queda aconteceu me novembro de 2016, quando a delegação seguia para a partida final da Copa Sul-Americana, que seria na Colômbia.
O avião caiu próximo a Medellín e, segundo as investigações, a queda foi causada por falta de combustível somada a falhas no plano de voo. Além da inexistência do seguro para voar na Colômbia. Por isso, a “culpa” foi atribuída a LaMia, companhia responsável pelo trajeto.
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